Xiaomi me odeia

28 de janeiro de 2021

Como já falei no post de metas para 2021, eu amo celulares e tecnologias móveis em geral. Uma das minhas marcas favoritas é a Xiaomi, ou pelo menos era uns anos atrás (não estou gostando muito dos últimos lançamentos, sendo bem sincera).

Atualmente, eu tenho um Redmi Note 5 (meio velho, eu sei, mas perfeitamente funcional até que se prove o contrário) que comprei usado de uma amiga, mas antes disso eu tinha um Redmi S2 — que, na realidade, ainda tenho, mas emprestei a um amigo enquanto ele não consegue comprar um celular novo —, que foi um dos melhores celulares que já tive, apesar de ser considerado celular de entrada.

Porém, apesar dos elogios, não vou mentir dizendo que não tive problemas com os celulares. De fato, tive problemas com os dois, mas algo que achei muito bizarro é que: os celulares da Xiaomi simplesmente se autoconsertam. Eu não sei que tipo de bruxaria é essa, mas de todos os problemas que tive, apenas uma vez precisei levar o celular na assistência técnica para resolver.

O Redmi S2 deu um problema no botão de ligar e bloquear a tela, que simplesmente deixava a tela do celular piscando sem parar. Isso aconteceu também com o meu amigo, que ficou desesperado achando que tinha estragado o celular que emprestei pra ele, mas depois de algumas horas o problema simplesmente se corrigiu sozinho nas duas vezes em que isso aconteceu. Além disso, teve também uma vez que deixei chá quente cair no celular (bem desastrada, sim), e embora ele tivesse desligado na hora e ficado não responsivo por algum tempo, poucos meses depois ele estava ligando e funcionando perfeitamente bem.

Já no Redmi Note 5, tive uns problemas com o encaixe da bateria. Precisei levar na assistência técnica dessa vez, pois basicamente a bateria estava “bamba” dentro do celular e vez ou outra desconectava, aí o celular desligava do mais absoluto nada. O conserto foi extremamente fácil e barato, consistindo apenas de usar uma fita isolante própria pra esse tipo de problema, pra fixar a bateria no lugar certo. A partir de então, voltei a usar o celular e não tive mais problemas.

Até que, noite passada, ele simplesmente travou na tela inicial. Eu conseguia usar os aplicativos, mas a tela inicial simplesmente não respondia. Resolvi reiniciar o celular para ver se resolvia o problema…

Ele travou na tela de inicialização e não saiu mais. Depois de 10 minutos travado, peguei meu outro celular (sim, eu tenho vários, como já mencionei anteriormente) e mandei mensagem no Telegram para meu namorado e minha amiga avisando o que estava acontecendo. Não fiquei desesperada, pois tinha celulares reserva, mas fiquei pê da vida com o WhatsApp por só rodar em um aparelho ao invés de rodar em vários (como o Telegram), risos.

Fiquei triste, claro, com medo de perder o celular pois adoro a MIUI e certamente sentiria falta. Porém, já estava conformada — a Xiaomi me odeia e tudo bem. Faz parte da vida ser odiada por multinacionais, não é mesmo?

Depois de horas, o celular simplesmente ligou. No meio da madrugada, de repente, vi a luz de notificação piscando e a tela desligada. Meu coração se encheu de esperança e, quando apertei o botão para desbloquear a tela, o celular estava 100% funcional!

Nunca vou entender a Xiaomi, como ela tem a capacidade de bugar e se autoconsertar, mas com este episódio tive certeza absoluta que a Xiaomi me odeia e eu continuo a amando.

1 resposta em “Xiaomi me odeia”

Carol Justo disse:

meu deus, eu teria me desesperado e estragado o celular só de ódio shushuahsuahsua
haja paciência, ainda bem que cê tem outros aparelhos

Carol Justo | Justo Eu?!

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